Nome: Manuscritos do Mar Morto
No Original: Dead Sea Deception
Autor (a): Adam Blake
Tradutor (a): Camila Fernandes
Páginas: 480
Editora: Novo Conceito
Comprar: Submarino - Siciliano - Saraiva - Cultura
Sinopse: A ambiciosa policial Heather Kennedy está em seu trabalho mais difícil: seus métodos de investigação são criticados e ela está sendo assediada por colegas rancorosos porque não lhes dá atenção. Até que lhe é atribuída o que parece ser uma investigação de rotina, sobre a morte acidental de um professor da Faculdade Prince Regent, mas a autópsia deste caso volta com algumas descobertas incomuns: o inquérito vincula a morte deste professor às de outros historiadores que trabalharam juntos em um obscuro projeto sobre um manuscrito do início da Era Cristã. Em seu escritório, Kennedy segue com sua investigação e logo se preocupa com o rumo para onde está sendo levada. Mas ela não está sozinha em sua apreensão. O ex-mercenário Leo Tillman — seu futuro parceiro — também tem angustiantes informações sobre estes crimes. E sobre a misteriosa organização mundial a que os crimes se relacionam… Escondido entre os pergaminhos do Mar Morto, um códice mortal pretende desvendar os segredos que envolvem a morte de Jesus Cristo. Entre um terrível acidente de avião no deserto americano, um brutal assassinato na Universidade de Londres e uma cidade-fantasma no México.
Um dos raros livros que fiquei sabendo sobre o lançamento muito perto da data, Manuscritos do Mar Morto faz parte de um gênero que nunca decidi se amo ou se odeio. É estranho dizer que tenho uma vontade imensa de ler os livros quando eles são lançados, mas muitas vezes me decepciona com o que encontro. É sempre assim com livros de tramas que envolvem conspirações religiosas e históricas. A história de Adam Blake que dá início a série não é diferente. Comecei, ao mesmo tempo, curiosa e com o pé atrás. Dessa vez a surpresa foi boa. Uma história ágil, bem construída e que consegue manter o suspense.
Kennedy está em uma péssima fase na sua carreira como policial. Depois de falar a verdade em um relatório e contradizer seus companheiros, Kennedy é vista como uma pária e está sob investigação. Por isso quando a irmã de um professor universitário que rolou escada abaixo insiste para a polícia dar mais uma conferida no caso, seu superior passa o caso para Kennedy. Ela sabe que o caso não vai dar em nada, um típico abacaxi passado a ela apenas para constrangê-la ainda mais. O que ela não imaginava é encontrar provas contundentes que o professor não rolou a escada por acidente. Com pouca observação Kennedy percebe que a polícia fez um trabalho porco na cena do crime, deduzindo logo que a vítima rolou a escada apenas por estar caído no pé de uma. Kennedy descobre que o professor estava traduzindo um obscuro manuscrito descoberto no mar morto. Um manuscrito que ninguém considerava algo sério. Quando o parceiro de Kennedy, um jovem policial descobre que outros acadêmicos haviam morrido de forma duvidosa, acidentes, suicídios e quedas, Kennedy começa a acreditar que há algo muito mais estranho por trás desse caso. Do outro lado da trama conhecemos Leo Tillman, um homem que há mais de uma década busca respostas para o sumiço de sua mulher e filhos. Depois de servir no exército e adquirir as habilidades necessárias, Leo partiu em busca do único nome que conseguiu ao longo desses anos. Um nome que também está na investigação de Kennedy, e levará o caminho dos dois a se unir em uma perigosa busca. De uma casa cheia de arquivos a queda de um avião dos Estados Unidos. Pelo mundo e pela história. Sobreviverão eles a essa caçada?
A premissa pode parecer comum dentro do gênero, mas à medida que os capítulos passam Blake revela ao leitor uma trama mais intricada e inovadora do que parece à primeira vista. Desde o começo tentei adivinhar o que viria e não passei nem perto da verdade. A imprevisibilidade da trama aliada a dois protagonistas interessantes torna a história muito instigante. A curiosidade de descobrir o que está acontecendo mantém o leitor preso a narrativa, que é, ágil e tensa. A narrativa é dividida entre vários pontos de vista, com destaque para os de Kennedy e Tillman, o que torna o ritmo mais agradável visto que os dois são personagens com modo de pensar bem diferente.
A ambientação é vasta e um dos fatores que gostei no livro, passando de alguns lugares pelo mundo e com destaque para o Reino Unido o autor leva o leitor pelos meandros de sua história. O ar de mistério por trás de cada capítulo narrado pelos misteriosos perseguidores de Tillman deixam o leitor mais tenso e curioso em busca pelas respostas. A ideia por trás de toda a trama é macabra e muito estranha. Não vou dar mais detalhes para não estragar a surpresa, mas Blake construiu uma história muito interessante para fundo de sua trama. O fim foi carregado de ação e tensão como todo thriller, deixando ainda pontas para o segundo livro que estou curiosa para descobrir onde vão terminar.
Leitura rápida, intrigante e imprevisível. Adam Blake se mostra um excelente construtor de tramas. Sua escrita é perspicaz e fluida, deixando nas entrelinhas mais do que aparenta e conquistando o leitor desde o começo, o que é importante para um thriller nesse estilo. A edição da Novo Conceito está ótima, mas é uma pena ver a capa do livro alterada e impossível de casar com o segundo livro. Como todo thriller envolvendo história, assassinatos e religião o livro renderia um ótimo filme. Recomendo a todos os fãs do gênero e também aos que querem conhecer, já que o livro mescla investigação com todo o mistério. Mistérios, intrigas, segredos milenares e ótimos personagens. Leiam! Até mais!
Kennedy está em uma péssima fase na sua carreira como policial. Depois de falar a verdade em um relatório e contradizer seus companheiros, Kennedy é vista como uma pária e está sob investigação. Por isso quando a irmã de um professor universitário que rolou escada abaixo insiste para a polícia dar mais uma conferida no caso, seu superior passa o caso para Kennedy. Ela sabe que o caso não vai dar em nada, um típico abacaxi passado a ela apenas para constrangê-la ainda mais. O que ela não imaginava é encontrar provas contundentes que o professor não rolou a escada por acidente. Com pouca observação Kennedy percebe que a polícia fez um trabalho porco na cena do crime, deduzindo logo que a vítima rolou a escada apenas por estar caído no pé de uma. Kennedy descobre que o professor estava traduzindo um obscuro manuscrito descoberto no mar morto. Um manuscrito que ninguém considerava algo sério. Quando o parceiro de Kennedy, um jovem policial descobre que outros acadêmicos haviam morrido de forma duvidosa, acidentes, suicídios e quedas, Kennedy começa a acreditar que há algo muito mais estranho por trás desse caso. Do outro lado da trama conhecemos Leo Tillman, um homem que há mais de uma década busca respostas para o sumiço de sua mulher e filhos. Depois de servir no exército e adquirir as habilidades necessárias, Leo partiu em busca do único nome que conseguiu ao longo desses anos. Um nome que também está na investigação de Kennedy, e levará o caminho dos dois a se unir em uma perigosa busca. De uma casa cheia de arquivos a queda de um avião dos Estados Unidos. Pelo mundo e pela história. Sobreviverão eles a essa caçada?
A premissa pode parecer comum dentro do gênero, mas à medida que os capítulos passam Blake revela ao leitor uma trama mais intricada e inovadora do que parece à primeira vista. Desde o começo tentei adivinhar o que viria e não passei nem perto da verdade. A imprevisibilidade da trama aliada a dois protagonistas interessantes torna a história muito instigante. A curiosidade de descobrir o que está acontecendo mantém o leitor preso a narrativa, que é, ágil e tensa. A narrativa é dividida entre vários pontos de vista, com destaque para os de Kennedy e Tillman, o que torna o ritmo mais agradável visto que os dois são personagens com modo de pensar bem diferente.
A ambientação é vasta e um dos fatores que gostei no livro, passando de alguns lugares pelo mundo e com destaque para o Reino Unido o autor leva o leitor pelos meandros de sua história. O ar de mistério por trás de cada capítulo narrado pelos misteriosos perseguidores de Tillman deixam o leitor mais tenso e curioso em busca pelas respostas. A ideia por trás de toda a trama é macabra e muito estranha. Não vou dar mais detalhes para não estragar a surpresa, mas Blake construiu uma história muito interessante para fundo de sua trama. O fim foi carregado de ação e tensão como todo thriller, deixando ainda pontas para o segundo livro que estou curiosa para descobrir onde vão terminar.
Leitura rápida, intrigante e imprevisível. Adam Blake se mostra um excelente construtor de tramas. Sua escrita é perspicaz e fluida, deixando nas entrelinhas mais do que aparenta e conquistando o leitor desde o começo, o que é importante para um thriller nesse estilo. A edição da Novo Conceito está ótima, mas é uma pena ver a capa do livro alterada e impossível de casar com o segundo livro. Como todo thriller envolvendo história, assassinatos e religião o livro renderia um ótimo filme. Recomendo a todos os fãs do gênero e também aos que querem conhecer, já que o livro mescla investigação com todo o mistério. Mistérios, intrigas, segredos milenares e ótimos personagens. Leiam! Até mais!
Leo Tillman & Heather Kennedy - Adam Blake
1- Manuscritos do Mar Morto
2- O Código do Apocalipse
3- Sem Título Ainda












